- ATIVIDADE RECENTE
Alfredo mudou sua foto do perfil.
- ATIVIDADE RECENTE


lnk.ms
A trajetória de Messias dos Santos, músico, pintor e pensador da cultura afro-rural brasileira. Mestre Messias, como é popularmente chamado, expressa na sua arte o compromisso com a expressão das raizes da cultura afro descendente nos dias de hoje. O filme acompanha seus pensamentos, sua pintura e s- ATIVIDADE RECENTE


always_correct 7th-Feb-2011 03:41 am (UTC)lmao @ some of these choices.this post should be good. - Ocommunity.livejournal.com
Oh No They Didn't (ONTD) is the premier online community for breaking celebrity gossip. Want to talk about the latest scandal? Join the club. Check out today's hottest stories and enjoy the snarky commentary. ONTD is home to thousands of opinionated fans who share a passion for all things pop cult
quarta-feira, 2 de março de 2011
O Facebook e a Decdência do Blog
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Obama vai de mal a pior segundo pesquisas de popularidade
nPessimismo: enquanto Lula saiu da Presidência com 80% de aprovação, neste mesmo início de 2011 Barack Obama registra 70% de desaprovação, recorde negativo de todos os tempos desde que se iniciou este tipo de pesquisa nos EUA.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Fãs capixabas fazem apelo a Roberto Carlos para gravar CD só com Raul Sampaio, autor de Meu Pequeno Cachoeiro
Um pedido ao Rei Roberto Carlos
Nós, que admiramos a melhor música, sugerimos, coma toda a reverência deste mundo, que o Rei Roberto Carlos brinde o Brasil com mais uma jóia: canções de Raul Sampaio, compositor do clássico “Meu Pequeno Cachoeiro”, autor de inúmeras pérolas, incluindo algumas inéditas que ficariam ainda mais maravilhosas na voz do nosso maior cantor.
Catedral do Samba, Marataízes, 30-01-2011
No lançamento do apelo sentimental, na Praia da Colônia (Catedral é o nome do boteco frequentado por Raul Sampaio e seus velhos amigos), 61 pessoas assinaram o documento (a foto lá no alto é só da primeira página das assinaturas).
Raul, que hoje mora na praia capixaba, está compondo intensamente, como se fosse um jovem iniciante, todo dia. São canções sensacionais, sambas, boleros, serestas, valsas, marchinhas. Coisa de Beethoven! Meu pranto rolou, Lembranças, Sentimental, Quem eu quero não me Quer... As novas são tão bonitas quanto.... Raul está concluindo uma valsa chamada Cachoeiro Antigo, linda de morrer. Lembra o futebol Cachoeiro x Estrela, a estudantada Liceu X Escola, a praça, o trem, a saudade, o amor e muito mais...
Vamos espalhar este documento por toda a rede mundial até chegar à Sony, à Rede Globo e, claro, principalmente, chegar ao coração de Roberto.
A briga no Clube dos 13 e a guerra entre a Globo e a Record
A briga no Clube dos 13
e a guerra entre a
Rede Globo e a Rede Record
O assunto é complicado: o racha no Clube dos 13. A população não sabe com clareza o que está acontecendo. |No fundo, a briga entre os clubes apenas reflete a briga entre a Globo e a Record, que no ano que vem transmite com exclusividade de TV aberta as Olimpíadas de Londres. Todo mundo sabe que o dono da Record, Edyr Macedo, é também dono da Igreja Universal, que capta dinheiro numa centena de países e traz para o Rio de modo a injetar de meia-noite às 7h da matina na televisão, via aluguel, de horários para propaganda de religião. Macedo paga a si próprio o minuto mais caro do Brasil no horário menos nobre. Com isso, o dinheiro que entra livre de impostos, via doação de fiéis de boa fé, é, digamos, lavado ao pagar impostos que a Record recolhe para o governo. Até aí nada de mais, apenas dois empreendimentos de sucesso: uma TV e uma Igreja Telecaptadora. O problema se agrava porque a Globo, que sempre apoiou o governo, do qual provém O grosso de seu faturamento publicitário, está ameaçada pelo Macedo, QUE tem mais bala, mais grana e também apoia o mesmo governo. Os políticos ficam em cima do muro. Por mais defeitos que a Globo possa ter, é de longe a melhor televisão do continente. É ruim que comece a perder terreno nas licitações para transmissão de grandes eventos. Será que Dilma Rousseff vai conseguir convencer Macedo a ceder à Globo direitos de também transmitir as Olimpíadas? Será que o Cade, que aparenta regular a concorrência, considera legal o enriquecimento da Record, que começou via dinheiro de fiéis, e que agora ganha um surplus dos anunciantes públicos e privados?
Essas minhas reflexões são superficiais, não tenho, não temos elementos completos para equacionar o problema. São os clubes do Rio, os mais endividados - e mais o Corinthians que apenas rompem com o Clube dos 13 porque apenas querem mais dinheiro? Ou será que apenas viram uma forma de faturar mais com as dificuldades da Globo diante do poder financeiro da Record? O Cade passou a atrapalhar a Globo ao não ver o que ocorre na Record. Este poder do Macedo vai começar a ficar mais visível nas futuras licitações para as grandes transmissões.
Cerca de um ano atrás, na ocasião de uma daquelas brigas de cachorro grande, trocas de denúncias entre Globo e Record no horário nobre, Macedo deu uma entrevista na Florida dizendo, entre outras coisas, que tinha um sonho: entrar com a sua propagação da fé cristã no mundo islâmico. Vi na declaração que ele é capaz de levar o reality Fazenda - arremedo obsceno do enjoativo BBB de Pedro Bial, também simpaticamente obsceno - a qualquer lugar, invadir os lares até da Líbia hoje conflagrada. Vi que Macedo, com tanto dinheiro, apoio dos políticos em Brasília e uma massa de fiéis, está se tornando o homem mais poderoso do Brasil. Tenho medo disso.
No ano passado, Macedo paralisou o Rio de Janeiro de forma escandalosa, humilhou o choque de ordem do prefeito Eduardo Paes. Depois do chute na imagem de Nossa Senhora, passei a não ter mais dúvidas que se trata de fundamentalismo ambicioso, com Macedo e seus obreiros vendo no dinheiro a ferramenta teológica para fazer avançar planos que ainda desconheço, mas que me causam apreensão.
Como o jornalismo brasileiro vai mal das pernas, Macedo, mesmo sem oferecer excelência, oferece alternativas para tantos colegas dependentes de trabalho com patrão.
A guerra Globo versus Record está só começando. Envolve basicamente um caminhão de dinheiro. Gostaria que envolvesse mais qualidade na programação em ambas as redes.
A própria forma como as duas emissoras estão tratando dessa guerra pela transmissão do futebol mostra que por enquanto só podemos especular, e talvez temer. Bom seria se houvesse mais transparecia e o Brasil saísse ganhando, ganhando civilidade, mais qualidade e mais oportunidades. Mas onde está a transmissão do futebol feminino na TV aberta? Onde a transmissão do vôlei, do basquete?
Chega! É muito angu no meu café da manhã. Por isso estamos cada vez mais na internet.
Declaro de público que torço pela Globo contra a Record e faço um último apelo: oremos. Amém.
(Por Alfredo Herkenhoff, Correio da Lapa)
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Obama will kill the Libyan terrorist
Obama finalmente anuncia
que vai matar Kadafi
O desesperado terrorista Kadafi chamou os jornalistas europeus e americanos de sócios de Bin Laden. Kadafi, que tem jatos e canhões comprados na Europa, recebeu críticas pesadas dos europeus que compram o petróleo líbio. Mas a Inglaterra, ano e meio atrás, soltou um terrorista que derrubou o avião cheio de ocidentais no céu da Escócia em fins do século passado, Bil Clinton chegou a bombardear a Líbia pontualmente. Ronald Reagan tentou ferrar literalmente com o coronel genocida, tentou matá-lo. Mas este déspota árabe teve paciência, deu uma de bonzinho e foi paulatinamente sendo anistiado pelos governos ocidentais, que não contavam, ou foram surpreendidos, com o poder midiático da internet neste estranho começo de 2011. A ditadura líbia sucumbiu ao acesso digital à informação, apesar da censura total imposta pelo terrorista há 42 anos no poder. Os lideres europeus criticam agora Kadafi e pedem respeito aos Direitos Humanos. Obama mantinha silêncio até quinta-feira (ontem) à noite. Finalmente falou. O ultimo a falar foi claro: não dá para tolerar a violência contra gente inocente que quer governo transparente. Obama sem muita retórica disse que os EUA vão recorrer a todo o espectro de possibilidades contra Kadafi, o que talvez signifique que o Pentágono já costura uma ação de larga envergadura. Trabalhadores americanos saíram da Líbia num ferry boat horas atrás. Como Obama é Nobel da Paz, mais do que tentar uma bomba num bunker qualquer do sanguinário ditador, talvez consiga ajudar as tribos líbias a derrubá-lo via desmoralização maciça. Não importa a opção no espectro da Casa Branca, o sangue está rolando na Líbia. E nesse ritmo, uma aliança sem precedentes, de árabes vizinhos, russos, chineses, latinos e europeus, com o Exército mais high tech do mundo, o americano, prepara a grande intervenção. O fim de Kadafi é o mesmo de Saddam: morte e humilhação. O mundo globalizado exige vingança. Eu, também. (Por Alfredo Herkenhoff)
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Tartarugas em Marataízes, desova na Praia da Colônia
NINHO SOLITÁRIO
Eu e mais umas dez pessoas presenciamos, incrível surpresa, a luta de dezenas de tartaruguinhas em busca do mar e da vida, na madrugada de 25 de janeiro passado, numa das praias mais movimentadas do litoral capixaba, Praia da Colônia, Marataízes. Elas não são culpadas de terem saido de ovos num ninho hoje num lugar inviável para o projeto Tamar. A tartaruga mãe que deu de teimosa e fez o impossível: esconder o ninho bem junto ao casario dos nativos... Na praia rolava uma sessão de DVD, interrompida quando as bichinhos se puseram em marcha, um tanto desorientados porque, além da lua quase cheia, havia luzes de postes e das casas... (Por Alfredo Herkenhoff)
Foto noturna de Gustavo Coelho, da família famosa pela fábrica de pios em Cachoeiro de Itapemirim, 100 anos atrás alegria dos caçadores, hoje apenas aleria dos músicos experimentais
Foto diurna de Salles Magalhães, horas depois da desova, na manhã do dia 25, eu segurando dezenas de cascas de ovos.
MORTE E SAUDADES EM SANTA TERESA, A INGLESA E O INGLES...
Recebi há dois dias do colega de JB Romildo Guerrante este email com foto:
Amigos
Essa moça linda no alto à esquerda da foto dos anos 70, abraçada ao filho, se foi do nosso convívio na semana passada. Era Margareth o nome dela, inglesa, mas todos a chamávamos de Pixie aqui em Santa Teresa.
Andava muito triste porque o fígado bateu pino e teria de fazer um transplante. Estava fraquinha, e já vinha um pouco assim desde o suicídio do filho, esse garoto com quem ela aparece na foto. Ela morreu na operação de transplante.
Ao lado dela está Ronald Biggs, amigo e vizinho de quase todo mundo aqui em Santa, frequentador do Bar do Gomez, ex-empresário, mais conhecido como ladrão do trem dos correios inglês. Está meio que agonizando em Londres, depois que decidiu voltar para ter direito a tratamento, coisa que aqui não tinha - nem direito, nem recursos para isso. O filho, Michael, foi colega de minha filha no maternal. Está em Londres, é músico e ajuda a tratar do pai.
Agachado na foto está Jerônimo, ex-repórter do JB, que na época estava casado com Pixie. Foi ele quem me apresentou a ela tão logo eu me mudei pra Santa, em 1977.
Não conheço todos os outros presentes na foto. Achava que um deles era o ex-colega José Luiz Alcântara. Ele mesmo, vendo a foto, disse que não tinha a menor ideia de quem era o personagem.
Só pra falar de uma pessoa inteligente, culta, educada e gentil - peça rara hoje em dia - que se foi assim do nada.
Amigos
Essa moça linda no alto à esquerda da foto dos anos 70, abraçada ao filho, se foi do nosso convívio na semana passada. Era Margareth o nome dela, inglesa, mas todos a chamávamos de Pixie aqui em Santa Teresa.
Andava muito triste porque o fígado bateu pino e teria de fazer um transplante. Estava fraquinha, e já vinha um pouco assim desde o suicídio do filho, esse garoto com quem ela aparece na foto. Ela morreu na operação de transplante.
Ao lado dela está Ronald Biggs, amigo e vizinho de quase todo mundo aqui em Santa, frequentador do Bar do Gomez, ex-empresário, mais conhecido como ladrão do trem dos correios inglês. Está meio que agonizando em Londres, depois que decidiu voltar para ter direito a tratamento, coisa que aqui não tinha - nem direito, nem recursos para isso. O filho, Michael, foi colega de minha filha no maternal. Está em Londres, é músico e ajuda a tratar do pai.
Agachado na foto está Jerônimo, ex-repórter do JB, que na época estava casado com Pixie. Foi ele quem me apresentou a ela tão logo eu me mudei pra Santa, em 1977.
Não conheço todos os outros presentes na foto. Achava que um deles era o ex-colega José Luiz Alcântara. Ele mesmo, vendo a foto, disse que não tinha a menor ideia de quem era o personagem.
Só pra falar de uma pessoa inteligente, culta, educada e gentil - peça rara hoje em dia - que se foi assim do nada.
Facebook, ferramenta humana, ameaça Google, o buscador burocrata
DEU NO SITE BLUE BUS:
A internet que vem aí é menos máquina e + humana - o Google está perdendo o bonde?
07:31 Nao é de hoje que a internet parece uma bolsa de mulher. Tem tudo lá dentro, mas achar o que voce realmente precisa na hora certa é outra coisa. O Google enxergou esse problema lá atrás e desenvolveu seu modelo de negócios baseado na organizaçao do conteúdo online. Era entao só fazer uma pesquisa e voilá. Lá estariam as informaçoes solicitadas direto na sua tela - Batom voce encontra aqui. 23/02 Marcio Machado
Mas com a explosao do volume e da velocidade da informaçao nos últimos anos, o modo de pesquisa do Google está começando a perder o prazo de validade. Voce até encontra o batom que precisa, mas vai gastar um bom tempo com isso. Os resultados sao entregues da mesma forma que 10 anos atrás. Uma lista feia, em texto, com milhares de opçoes de batom e sem qualquer sugestao ou comentário. Entao ou voce perde tempo procurando o que voce quer, entrando link a link, ou pega, num relance, o primeiro batom da lista e pronto. O Google sai satisfeito em vender um anúncio atrelado a sua pesquisa. 23/02 Marcio Machado
Mas será que esse é o batom que voce queria? Ele é o que suas amigas andam comentando? O que combina com esse batom? O Google search está perdendo o bonde ao nao saber explorar direito a web social. Até tentaram (Google buzz, Wave), mas ele continua agindo como uma máquina. E máquinas nao entendem muito bem de humanos... Humanos é que entendem de humanos. 23/02 Marcio Machado
Foi exatamente enxergando esse potencial que a turma do Facebook começou a ganhar espaço. A busca agora pode ser feita entre seus amigos. Voce consegue nao só perguntar se alguém viu seu batom preferido como pedir recomendaçoes para um novo. Seus amigos conhecem e entendem voce e poderao apontar-lhe links de seu interesse. E nao para por aí. Voce também pode criar uma comunidade de fãs de batom e conhecer e trocar informaçoes com pessoas do mundo inteiro que tem o mesmo interesse que voce... 23/02 Marcio Machado
Fazer previsoes sobre a internet é complicado. Tudo muda a cada segundo. Mas me arrisco a dizer que o Google Search vai sofrer uma queda relevante em 2011 devido ao crescimento exponencial do Facebook. Achar informaçoes de seu interesse ficou mais fácil. Basta agora perguntar para seus amigos. 23/02 Marcio Machado
Obviamente que o Google continua a ser o oráculo. Mas para pequenas coisas de caráter mais pessoal ele já deixou de ser consultado. A internet que vem aí é menos máquina e mais humana. 23/02 Marcio Machado
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Dayanne, ex-mulher de Bruno, ridiculariza na TV o Brasil e as autoridades
Dayanne, ex-mulher de Bruno,
ridiculariza na TV o Brasil e as autoridades
Me chamam de perfeito idiota... Acho que sou... Dayanne Rodrigues Souza, uma mulher vulgar, sem culpa de ser vulgar, e por mais vulgar que seja, no caso, é mãe... Dayanne, a primeirinha mulher do goleiro Bruno... Esta mulher disse no Programa Fantástico que viu a maria-chuteira Eliza Samúdio num casarão na Grande BH... Eliza denunciara a personalidade violenta do goleiro do meu Mengão (não neste blog Correio da Lapa de só 10 mil visitas ao mês, mas nas Organizações Globo, no jornal Extra) para a Nação poder, desde outubro de 2009, desconfiar... Pois bem, a mulher desamparada e desaparecida falou em 2009, na Rede Globo, tudo que poderia acontecer: seqüestro, espancamento e morte. Já esta primeirinha recém-desencarcerada, mulher-fruto de uma família tão desestruturada quanto a quadrilha em que se meteu, tentou não dizer nada no Fantástico... Dayanne disse quase nada sim, mas garantiu que viu Eliza viva em 10 de junho passado com um machucadinho no dedo... Disse que Eliza, mulher quase pornô e que denunciara o goleiro, suposto pai de seu filho Bruninho, como facínora, estava muito bem... Pois bem, esta amiga de Bruno recém-liberta afirmou na TV que a mãe Eliza desestruturada, sirigaita que pegou seu ex ou quase ex, não parecia se sentir ameaçada pelo pai que a sequestrara horas antes. Disse na TV a mulher recém-liberta depois de cinco meses de cadeia (cabelos bem escovados pela equipe técnica do Programa Fantástico, ou bem tratados por um coifffeur de Vespasiano) que, horas depois de ter visto a Eliza com o dedinho machucado, recebeu o bebê das mãos de Bruno, disse que Bruno lhe entregara Bruninho chorando, não o bebê chorando, mas ele, o goleiro do Hexa chorando, ele, o suposto pai de Bruninho sem pensão nem reconhecimento na certidão de nascimento...
Agora a denúncia da mãe desaparecida no meio da Copa do Mundo na África, em 10 de junho, denúncia gravíssima de Eliza exibida em 2009, não parece ter mais valor nos depoimentos da quadrilha.... Mas no Youtube está claro: Eliza é a mãe advertindo o Brasil do risco que ela corria, espancamento e assassinato. Mas disse Dayanne no Fantástico... Sim, esta mulher-adolescente (Bruno começou a comê-la como futura esposa aos 16 anos de idade) que pegou o baby de Eliza que chamara o pai goleiro de louco, disse Dayanne que esta jovem Eliza desaparecida, segundo palavras de Bruno, tinha ido apenas cuidar de outras questões longe de Minas Gerais... Talvez estivesse em São Paulo cuidando de coisa mais importante. Disse esta pobre coitada no Fantástico, tão coitada a Dayanne quanto a Eliza destruída, e ambas as mulheres com pinta de ignorantésimas, que ela, Dayanne, tratou de cuidar bem dele, o baby de Eliza, cuidou bem dele porque ela, Dayanne, sabia cuidar... Emprestou horas depois o neném recém-recebido para uma amiga numa favela... Elas, Dayanne e Eliza, aprenderam a cuidar ao serem bem cuidadas pelas próprias mães noutras favelas de mães adolescentes.
Tenho vergonha das minhas dúvidas... Sempre primei pelo in dubio pro reo… Mas a entrevista no Programa Fantástico foi antológica. Esta mulher despreparada pelo descaso em que nasceu disse que, se puder, defende o pai de suas crianças, seu ex-marido ex-rubro-negro que, segundo ela, se ele tiver feito algum mal a Eliza, o crime, deve pagar... Mas a ex que pega o bebê cuja mãe sumira de vez, depois de, publicamente, advertir que poderia ser espancada e morta por Bruno, o suposto pai... Pois bem, esta jovem de 23 anos, agora mulher livre, bela e solta no Fantástico... Pois poderia ter 23 séculos... Vem esta pobre coitada na TV me insinuar que não acredita que Bruno Hexa tenha feito o mal, o murdering... Ah! Quisera eu ser a juíza que libertou metade do bando, quisera eu ter tantas dúvidas técnicas a ponto de liberar não pessoas, mas assinar a ordem da soltura, liberar o escândalo da soltura... Onde está o cadáver de Eliza? Ó dúvida! Chesterton-Padre-Brown e Sherlock Holmes! Ajudai-nos!
A magistrada vai ser destituída da magistratura. Soltou pessoas ameaçadoras como se a decisão de soltar se ativesse aos autos. A juíza parece estar, sem notar conscientemente, sob ameaça, ameaçada pelo bom senso, sem saber que está ameaçada de cair, como tantas autoridades envolvidas com a investigação do caso já caíram! E o pior momento de um magistrada é ver, uns dois dias depois da soltura, esta entrevista de Dayanne na Globo com dois momentos especiais para além da vaidade dos cabelos finalmente bem escovados após 150 dias de cela: Dayanne disse que aquela jovem sem família, a Eliza La Samúdio, só tinha um machucadinho no dedo e não parecia se sentir ameaçada... E Bruno, o papai das minhas crianças, me entregou qual pai-chorão, o Bruninho já sem mãe... E me pediu que tratasse bem da criança... Eu, Dayanne, e Bruno, meu homem, sempre fomos muito bem tratados. Obrigada, meritíssima, por me fazer justiça, obrigada, Senhor, sei que praticamente ninguém no Brasil acredita em mim, sei que o Brasil quase inteiro me despreza, mas me basta o amor do meu querido Bruno, bondoso e inocente...
(Por Alfredo Herkenhoff)
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Volta Redonda, dois velhos hotéis, mil curiosidades
Volta Redonda, dois velhos hotéis,
mil curiosidades
Que tal a cidade batizar uma avenida, rua, praça, prédio ou monumento, com o nome do engenheiro Renato Azevedo, uma personalidade que honra a história do Brasil, de Volta Redonda e da CSN?
Por Alfredo Herkenhoff *
Três velhas fotos do Hotel Bela Vista (anos 40 e 50) e logo abaxo um flagrante do início dos anos 50 do Hotel Brasil, que na sua fase de planejamento, chegou a ser chamado de Hotel Comercial e Hotel Volta Redonda. Hoje o prédio do HOtel Brasil é a sede da CBS, o fundo de pensão da CSN, e abriga também uma filial das Lojas Americanas no térreo
Ao longo de 2009 e início de 2010, colaborei editorialmente com o colega jornalista Nilo Dante, autor do livro capa-dura intitulado CBS - 50 Anos Construindo o Futuro, uma obra do fundo de pensão da CSN que, diversamente do costume de edições comemorativas, passa ao largo daqueles tradicionais conjuntos de dados maçantes, relatórios que ninguém quer ler. Bem ao contrário, o livro com que a CBS Previdência comemora seu meio século de existência mostra não apenas a trajetória vitoriosa do fundo dos trabalhadores da Siderúrgica e seus dependentes, mas também exibe as mudanças vertiginosas da história de 1960 para cá, com o fim da Guerra Fria, inauguração de Brasília, ditadura, democracia, avanços nas ciências e o advento da era digital. Enfim, um livro saboroso, bom de ler e guardar. Parabéns à CBS pelo aniversário e pela iniciativa, que realça a pujança da cidade de Volta Redonda..
Mas, ao longo dessa colaboração, visitei o Vale da Paraíba meia dúzia de vezes e muitas observações não puderam ser aproveitadas no livro por falta de espaço. A seguir, sem maiores rigores, apenas a partir de entrevistas e depois de folhear velhos documentos e fotos, uma pequena digressão sobre uma parte antiga da Cidade do Aço, uma digressão de toponímia urbana, nomes em Volta Redonda...
O Hotel Bela Vista foi uma das primeiras construções de Volta Redonda. Começou a sair do papel ainda em 1941, na antiga Fazenda Santa Cecília, local escolhido para receber a Companhia Siderúrgica Nacional. Com 60 quartos com 60 banheiros, o Bela Vista foi construído no alto do morro com o mesmo nome e recebia os engenheiros americanos e funcionários mais destacados entre os que vinham supervisionar a construção da CSN e as operações da usina a partir da sua inauguração do primeiro alto-forno em 1946. Estas informações foram obtidas num papo com o engenheiro Renato Azevedo, que começou a trabalhar para a CSN em 1941, nos Estados Unidos, e, desde novembro de 1943, já estava dentro do canteiro de obras da Siderúrgica.
Quase 70 anos depois, o Bela Vista mantém seu charme de casarão arejado, no meio de elegante área verde diante da cidade. No térreo do velho hotel funciona um concorrido restaurante, com pé-direito alto e belos lustres. Um lugar de destaque entre os mais aprazíveis da cidade.
O outro hotel mais antigo situava-se diante da Praça Brasil, no centro novo de Volta Redonda, e tem uma história curiosa: quando foi projetado, a construção tendo começado nos anos 40, era chamado de nomes que não vingaram na memória da maioria da população. Mas, ao ser indagado sobre este edifício, que hoje, em vez de hotel, é a sede da CBS, o engenheiro Renato Azevedo comentou aqueles tempos pioneiros: “Ah! Sim! Era o Hotel Comercial, aquele prédio onde funciona a Lojas Americanas”. O nome vingou na memória do velho engenheiro.
De fato, na construção do edifício, conforme consta no relatório do engenheiro-chefe Ary Torres sobre as obras de 1941 e 1942, o projeto citava a construção como ora Hotel Comercial, ora Hotel Volta Redonda.
Mas, salvo falha de pesquisa iconográfica, a imagem mais antiga do edifício projetado com 80 quartos, e noutros relatórios como hotel de 100 quartos, mostra o nome Hotel Brasil. Nas mais velhas fotos, vê-se o edifício com este letreiro “Hotel Brasil” e, à frente dele, há veículos típicos da época da Segunda Guerra Mundial.
E de curiosidade em curiosidade, vale lembrar que foi neste prédio, em 17 de julho de 1960, que nasceu a CBS Previdência. O presidente Getúlio Vargas visitou o edifício. Existe um porão neste prédio onde funcionava um cineminha. Mas é voz corrente entre os mais informados que o pequeno espaço subterrâneo se tratava de fato de um bunker.
Para quem julgar apressadamente que era implausível imaginar que a Segunda Guerra Mundial chegasse ao Brasil, não custa lembrar que, nas considerações sobre a escolha do lugar onde seria erguida a grande siderúrgica, havia, além das questões como facilidade de transporte de insumos e de produtos de aço, presença de água abundante, proximidade com mercados consumidores e outros quesitos, também um item de segurança. Afinal, em 1940, 41 e 42, ninguém tinha certeza de como terminaria a Segunda Guerra Mundial, àquela altura se ampliando.
O próprio Edmundo de Macedo Soares e Silva, o principal artífice, junto com Getúlio Vargas, da construção da CSN, escreveu naquele período conturbado que o lugar era protegido pela Serra do Mar e que isso era mais um dado positivo para impedir um eventual ataque militar contra as instalações da usina.
Existe também no Hotel Bela Vista um lugar hoje destinado a uma bela adega. Mas bem sabem os principais engenheiros pioneiros americanos, todos já mortos, que a cave foi feita com paredes desenhadas para proteger mais vidas humanas preciosas, numa hipotética situação de bombardeio, do que proteger preciosas garrafas de vinho.
A região onde está a sede da CBS, no histórico prédio entre os mais famosos logradouros da cidade, até hoje costuma ser chamada de Vila Santa Cecília, ou simplesmente, de Vila, que na língua pátria costuma designar a primeira aglomeração a resultar no nascimento de uma cidade.
Ainda sobre essa evolução das designações, observe-se que, no sentido de lugar original, de espaço que antes pertencia a Barra Mansa, como seu oitavo distrito, com o nome do rio que faz a grande curva, o Paraíba que a cada dia nunca mais é o mesmo, nunca mais a mesma água que flui, embora pareça ser a mesma, o nome “Volta Redonda”, para alguns, também serve como maneira mais intima de se referir ao Centro Histórico da cidade, como se Volta Redonda fosse também o nome do Centro de Volta Redonda.
Essa pequena digressão sobre alguns nomes da cidade é ainda mais curiosa porque Volta Redonda, por boa influência do melhor urbanismo norte-americano, batizou centenas de ruas por simples números: Rua 12, Rua 33, Rua 214, Rua 629 etc. Ou seja, afora exceções de nomes a merecer honrarias em placas de Avenida, ou edifícios especiais, a cidade de Volta Redonda, ao nascer moderna, fruto da vontade humana de planejar, evitou o excesso de “puxa-saquismo” e homenagens imerecidas, tão comuns em tantas cidades brasileiras.
Não é difícil imaginar que Volta Redonda, em algum momento de seu futuro, vá desenhar um espaço ou monumento para batizá-lo com o nome de Renato Azevedo. Este engenheiro do Alto Forno nº 1, engenheiro que presidiu a CBS Previdência, este amigo da matemática, amigo da racionalidade, haverá de perdoar os que assim decidirem afrontar a tradição de ruas numeradas para se render ao fato de que a homenagem é justa a um pioneiro de excepcional importância.
Lembra o engenheiro Renato Azevedo, do alto de seus quase 100 anos de idade, que bem nesse Centro Histórico da cidade ficava a antiga Rodoviária, entre nomes hoje quase perdidos, mas que se perpetuam numa viagem combinando saudades e esforços da memória.
Eu com os meus bigodes ao lado do colega Nilo Dante na sede da CBS, entrevista com a família Mello, três gerações no fundo de pensão e na CSN: o velho Luiz Gonzaga de Mello, o filho Francisco Luiz da Silva Mello e o filho deste, Igor Cardoso Mello. E logo abaixo, eu e Nilo no meio entre o agora saudoso Paulo Miranda, radialista esportivo e ex-diretor da CBS, em sua casa no Jardim Esperança, e Wlader Lúcio Lima (à direita), gerente de Relacionamento do fundo de pensão e também uma personalidade de destaque na defesa dos interesses dos trabalhadores de Volta Redonda. Foi um agradabilíssimo bate-papo em dezembro de 2009. (Fotos do colega Antônio Calino).Mas, ao longo dessa colaboração, visitei o Vale da Paraíba meia dúzia de vezes e muitas observações não puderam ser aproveitadas no livro por falta de espaço. A seguir, sem maiores rigores, apenas a partir de entrevistas e depois de folhear velhos documentos e fotos, uma pequena digressão sobre uma parte antiga da Cidade do Aço, uma digressão de toponímia urbana, nomes em Volta Redonda...
O Hotel Bela Vista foi uma das primeiras construções de Volta Redonda. Começou a sair do papel ainda em 1941, na antiga Fazenda Santa Cecília, local escolhido para receber a Companhia Siderúrgica Nacional. Com 60 quartos com 60 banheiros, o Bela Vista foi construído no alto do morro com o mesmo nome e recebia os engenheiros americanos e funcionários mais destacados entre os que vinham supervisionar a construção da CSN e as operações da usina a partir da sua inauguração do primeiro alto-forno em 1946. Estas informações foram obtidas num papo com o engenheiro Renato Azevedo, que começou a trabalhar para a CSN em 1941, nos Estados Unidos, e, desde novembro de 1943, já estava dentro do canteiro de obras da Siderúrgica.
Quase 70 anos depois, o Bela Vista mantém seu charme de casarão arejado, no meio de elegante área verde diante da cidade. No térreo do velho hotel funciona um concorrido restaurante, com pé-direito alto e belos lustres. Um lugar de destaque entre os mais aprazíveis da cidade.
O outro hotel mais antigo situava-se diante da Praça Brasil, no centro novo de Volta Redonda, e tem uma história curiosa: quando foi projetado, a construção tendo começado nos anos 40, era chamado de nomes que não vingaram na memória da maioria da população. Mas, ao ser indagado sobre este edifício, que hoje, em vez de hotel, é a sede da CBS, o engenheiro Renato Azevedo comentou aqueles tempos pioneiros: “Ah! Sim! Era o Hotel Comercial, aquele prédio onde funciona a Lojas Americanas”. O nome vingou na memória do velho engenheiro.
De fato, na construção do edifício, conforme consta no relatório do engenheiro-chefe Ary Torres sobre as obras de 1941 e 1942, o projeto citava a construção como ora Hotel Comercial, ora Hotel Volta Redonda.
Mas, salvo falha de pesquisa iconográfica, a imagem mais antiga do edifício projetado com 80 quartos, e noutros relatórios como hotel de 100 quartos, mostra o nome Hotel Brasil. Nas mais velhas fotos, vê-se o edifício com este letreiro “Hotel Brasil” e, à frente dele, há veículos típicos da época da Segunda Guerra Mundial.
E de curiosidade em curiosidade, vale lembrar que foi neste prédio, em 17 de julho de 1960, que nasceu a CBS Previdência. O presidente Getúlio Vargas visitou o edifício. Existe um porão neste prédio onde funcionava um cineminha. Mas é voz corrente entre os mais informados que o pequeno espaço subterrâneo se tratava de fato de um bunker.
Para quem julgar apressadamente que era implausível imaginar que a Segunda Guerra Mundial chegasse ao Brasil, não custa lembrar que, nas considerações sobre a escolha do lugar onde seria erguida a grande siderúrgica, havia, além das questões como facilidade de transporte de insumos e de produtos de aço, presença de água abundante, proximidade com mercados consumidores e outros quesitos, também um item de segurança. Afinal, em 1940, 41 e 42, ninguém tinha certeza de como terminaria a Segunda Guerra Mundial, àquela altura se ampliando.
O próprio Edmundo de Macedo Soares e Silva, o principal artífice, junto com Getúlio Vargas, da construção da CSN, escreveu naquele período conturbado que o lugar era protegido pela Serra do Mar e que isso era mais um dado positivo para impedir um eventual ataque militar contra as instalações da usina.
Existe também no Hotel Bela Vista um lugar hoje destinado a uma bela adega. Mas bem sabem os principais engenheiros pioneiros americanos, todos já mortos, que a cave foi feita com paredes desenhadas para proteger mais vidas humanas preciosas, numa hipotética situação de bombardeio, do que proteger preciosas garrafas de vinho.
A região onde está a sede da CBS, no histórico prédio entre os mais famosos logradouros da cidade, até hoje costuma ser chamada de Vila Santa Cecília, ou simplesmente, de Vila, que na língua pátria costuma designar a primeira aglomeração a resultar no nascimento de uma cidade.
Ainda sobre essa evolução das designações, observe-se que, no sentido de lugar original, de espaço que antes pertencia a Barra Mansa, como seu oitavo distrito, com o nome do rio que faz a grande curva, o Paraíba que a cada dia nunca mais é o mesmo, nunca mais a mesma água que flui, embora pareça ser a mesma, o nome “Volta Redonda”, para alguns, também serve como maneira mais intima de se referir ao Centro Histórico da cidade, como se Volta Redonda fosse também o nome do Centro de Volta Redonda.
Essa pequena digressão sobre alguns nomes da cidade é ainda mais curiosa porque Volta Redonda, por boa influência do melhor urbanismo norte-americano, batizou centenas de ruas por simples números: Rua 12, Rua 33, Rua 214, Rua 629 etc. Ou seja, afora exceções de nomes a merecer honrarias em placas de Avenida, ou edifícios especiais, a cidade de Volta Redonda, ao nascer moderna, fruto da vontade humana de planejar, evitou o excesso de “puxa-saquismo” e homenagens imerecidas, tão comuns em tantas cidades brasileiras.
Não é difícil imaginar que Volta Redonda, em algum momento de seu futuro, vá desenhar um espaço ou monumento para batizá-lo com o nome de Renato Azevedo. Este engenheiro do Alto Forno nº 1, engenheiro que presidiu a CBS Previdência, este amigo da matemática, amigo da racionalidade, haverá de perdoar os que assim decidirem afrontar a tradição de ruas numeradas para se render ao fato de que a homenagem é justa a um pioneiro de excepcional importância.
Lembra o engenheiro Renato Azevedo, do alto de seus quase 100 anos de idade, que bem nesse Centro Histórico da cidade ficava a antiga Rodoviária, entre nomes hoje quase perdidos, mas que se perpetuam numa viagem combinando saudades e esforços da memória.
(* ) Alfredo Herkenhoff, jornalista que acaba de lançar no Rio de Janeiro o livro “Jornal do Brasil – Memórias de um secretário – Pautas e Fontes”, abordando a decisão do velho diário de dar adeus às bancas, em setembro passado. O JB agora se limita a edições digitais na internet.
Tânia Malheiros, show de samba em Copacabana em dezembro de 2010
De Gerdal José de Paula
sobre Tania Malheiros
sobre Tania Malheiros
Prezados amigos
http://www.youtube.com/watch?v=8H_t8qWGQlU&feature=related
Eu não sou daqui
A cantora Tania Malheiros lança seu primeiro CD, “Deixa Eu Me Benzer”, neste 17 de dezembro, sexta-feira, às 20h, na Sala Baden Powell, em Copacabana, com participação especial e direção musical do maestro, pianista, compositor e arranjador Gilson Peranzzetta. São 12 sambas inéditos e duas regravações de músicas desconhecidas do grande público. Entre os compositores, nomes consagrados, como o próprio Peranzzetta, Paulo César Pinheiro, Wilson
Moreira, Noca da Portela e Roberto Martins, e debutantes em disco, como Alexandre Pereira, Luiz Carlos de Souza, Dayse do Banjo e Cida Zanon.
O CD tem inéditas de Adilson Gavião e Sereno (Cristal Partido); Anselmo Ferraz e Carlos Gomes (Vagabundo); Tuninho Galante e Marceu Vieira (Palavras de Cal); Wilson Moreira e Marcos Paiva
(Primazia); Henrique Damião, Alexandre Pereira e Roberto Serrão (Deixa Eu Me Benzer); Guilherme Nascimento e Roberto Serrão (Afluente do Meu Ser),
Noca da Portela e Roberto Serrão (Você Me Fez Sorrir); Beto Fininho e Renato
Fialho (Saga de Zumbi); Luiz Carlos de Souza (Onde Está Você); Dayse do Banjo e Cida Zanon (Força do Querer); Roberto Martins (Quando Eu Vou Embora) e Gilson Peranzzetta e Paulo César Pinheiro (Quem Não Sabe Amar), além das regravações de Derley (Jardineiro da Terra) e Pecê Ribeiro (Não Tenho Medo).
Dos 14 sambas, oito têm direção musical de Peranzzetta e seis do músico e arranjador José Roberto Leão. A produtora cultural Eliana Peranzzetta teve participação importante em toda a produção do CD, a partir do trabalho iniciado em 2009 por Gilson, seu marido. “Eles são uma benção, porque abraçaram o projeto totalmente, me apoiaram e me ajudaram muitíssimo”, diz Tania.
Com participação especial do maestro, a cantora estará em companhia dos músicos Rafael Lobo (violão), Leandro Samurai (cavaquinho), Tiago Machado (violão 7 cordas), Dudu Oliveira (flauta),
Felipe Tauil e Buzunga (percussão).
Tania começou a cantar na infância, em Niterói, acompanhando o pai, o cavaquinista Mucio de Sá Malheiros, já falecido. “Com papai no cavaquinho, eu cantava nas rodas no fundo de nosso quintal”, lembra. Formada em Jornalismo, voltou aos palcos em 2000, quando deu canjas no Candongueiro, em Niterói, e no pagode da Tia Elza, no Jardim Botânico.
Incentivada por amigos e sambistas, fez um ano de aula de canto com Glória Queiroz até o primeiro show no ano seguinte. E não parou
mais. Tem-se apresentado no Rio, na Baixada Fluminense, em Niterói e em São Paulo. “Sem a ajuda preciosa de muita gente, que vai aos meus shows, nada seria possível. Sou muito grata por isso”, comemora Tania.
SERVIÇO
Data: 17 de dezembro, sexta-feira.
Local: Sala Baden Powell (Av. Nossa Senhora de Copacabana, 360).
Horário: 20h
Ingresso: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (terceira idade, estudantes e
funcionários públicos) e R$ 14,00 para quem apresentar a carteirinha
do metrô.
Tel.: (21) 2255-1067.
Capacidade: 508 lugares
Censura: livre.
Assessoria de Imprensa:
Mônica Cotta – (21) 9994-0850
Gloria Castro - (21) 2285-2988 / 98862982
Com satisfação, repasso, abaixo, recado de show de lançamento de "Deixa Eu Me Benzer", o primeiro CD da amiga Tania Malheiros, também uma jornalista laureada, na Sala Baden Powell ("flyer" abaixo), nesta sexta, 17 de dezembro, às 20h. Tania, há quase dez anos, desenvolve, como cantora, uma apreciada trajetória em defesa do samba, especialmente o de expressão menos rebuscada e mais espontânea, valorizando a lira dos chamados compositores de raiz. Dela, ainda abaixo, "nos "links", duas pequenas mostras do seu valor, cantando "Alguém Me Avisou", de Dona Ivone Lara, e "Eu Não Sou Daqui" ("Eu Sou de Niterói"), que Tania, moradora no bairro de Noel Rosa, mas natural da Cidade Sorriso e admiradora dos encantos do seu município de origem, canta com justificado orgulho. Um samba de Ataulfo Alves e Wilson Batista, dois "cariocas" de Miraí e Campos dos Goytacazes, respectivamente.
Um bom dia a todos. Muito grato pela atenção a essa dica de lançamento.
Um abraço,
Gerdal
Alguém me avisou
http://www.youtube.com/watch?v=8H_t8qWGQlU&feature=related
Eu não sou daqui
Tania Malheiros estreia em CD
com participação especial de Gilson Peranzzetta
A cantora Tania Malheiros lança seu primeiro CD, “Deixa Eu Me Benzer”, neste 17 de dezembro, sexta-feira, às 20h, na Sala Baden Powell, em Copacabana, com participação especial e direção musical do maestro, pianista, compositor e arranjador Gilson Peranzzetta. São 12 sambas inéditos e duas regravações de músicas desconhecidas do grande público. Entre os compositores, nomes consagrados, como o próprio Peranzzetta, Paulo César Pinheiro, Wilson
Moreira, Noca da Portela e Roberto Martins, e debutantes em disco, como Alexandre Pereira, Luiz Carlos de Souza, Dayse do Banjo e Cida Zanon.
O CD tem inéditas de Adilson Gavião e Sereno (Cristal Partido); Anselmo Ferraz e Carlos Gomes (Vagabundo); Tuninho Galante e Marceu Vieira (Palavras de Cal); Wilson Moreira e Marcos Paiva
(Primazia); Henrique Damião, Alexandre Pereira e Roberto Serrão (Deixa Eu Me Benzer); Guilherme Nascimento e Roberto Serrão (Afluente do Meu Ser),
Noca da Portela e Roberto Serrão (Você Me Fez Sorrir); Beto Fininho e Renato
Fialho (Saga de Zumbi); Luiz Carlos de Souza (Onde Está Você); Dayse do Banjo e Cida Zanon (Força do Querer); Roberto Martins (Quando Eu Vou Embora) e Gilson Peranzzetta e Paulo César Pinheiro (Quem Não Sabe Amar), além das regravações de Derley (Jardineiro da Terra) e Pecê Ribeiro (Não Tenho Medo).
Dos 14 sambas, oito têm direção musical de Peranzzetta e seis do músico e arranjador José Roberto Leão. A produtora cultural Eliana Peranzzetta teve participação importante em toda a produção do CD, a partir do trabalho iniciado em 2009 por Gilson, seu marido. “Eles são uma benção, porque abraçaram o projeto totalmente, me apoiaram e me ajudaram muitíssimo”, diz Tania.
Com participação especial do maestro, a cantora estará em companhia dos músicos Rafael Lobo (violão), Leandro Samurai (cavaquinho), Tiago Machado (violão 7 cordas), Dudu Oliveira (flauta),
Felipe Tauil e Buzunga (percussão).
O PAI E O CAVAQUINHO
Tania começou a cantar na infância, em Niterói, acompanhando o pai, o cavaquinista Mucio de Sá Malheiros, já falecido. “Com papai no cavaquinho, eu cantava nas rodas no fundo de nosso quintal”, lembra. Formada em Jornalismo, voltou aos palcos em 2000, quando deu canjas no Candongueiro, em Niterói, e no pagode da Tia Elza, no Jardim Botânico.
Incentivada por amigos e sambistas, fez um ano de aula de canto com Glória Queiroz até o primeiro show no ano seguinte. E não parou
mais. Tem-se apresentado no Rio, na Baixada Fluminense, em Niterói e em São Paulo. “Sem a ajuda preciosa de muita gente, que vai aos meus shows, nada seria possível. Sou muito grata por isso”, comemora Tania.
SERVIÇO
Data: 17 de dezembro, sexta-feira.
Local: Sala Baden Powell (Av. Nossa Senhora de Copacabana, 360).
Horário: 20h
Ingresso: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (terceira idade, estudantes e
funcionários públicos) e R$ 14,00 para quem apresentar a carteirinha
do metrô.
Tel.: (21) 2255-1067.
Capacidade: 508 lugares
Censura: livre.
Assessoria de Imprensa:
Mônica Cotta – (21) 9994-0850
Gloria Castro - (21) 2285-2988 / 98862982
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Veja os impostos que você está pagando nas compras de Natal
Coluna de Marcos Oliveira e Sergio Souto (Monitor Mercantil, dezembro de 2010)
Preços altos, mas a culpa não são dos impostos
Enfeite extra
A carga tributária incidente sobre o preço total dos produtos natalinos continua em alta. E, principalmente, nos presentes que os consumidores sentirão o seu peso. É o que mostra pesquisa realizada pela VerbaNet, coordenada pela tributarista Carina D"Angelo. Para decorar a sua casa o contribuinte carrega na árvore de Natal uma carga tributária de 39,23%; no presépio, de 35,93%; e enfeites de Natal, 48,02%. O cartão que envia para os amigos leva de "brinde" 37,48% de tributos.
Recheio
A situação do contribuinte natalino melhora pouco na ceia: peru, chester, pernil, tender e lombo pagam 29,32% de impostos; bacalhau, 43,78%; peixes em geral, 34,48%; frutas, 21,78%; nozes, 36,45%; panetone, 34,63%. Se a ceia for regada a vinhos, são 54,73% de impostos. O champanhe ou o espumante paga 59,49%; cerveja, 54,8%; e refrigerante, 45,8%.
Amigo oculto
O Leão fica com metade do valor dos presentes, em média. Um aparelho MP3 ou iPod recolhe 49,45% em tributos; brinquedos, 39,70%; CD, 37,88%; jogos eletrônicos, 72,18%; roupas, 34,67%; sapatos, 36,17%; telefone celular, 39,80%; tênis importado, 58,59%; e o campeão, perfume importado, tem a carga tributária de 78,43%
A pesquisa computou ICMS, Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, CSLL, Cofins, PIS, Pasep e Imposto de Importação.
Margem de lucro
Apesar dos altos tributos, alguns preços cobrados pelo comércio brasileiro são injustificáveis. Ainda que levando em conta frete e outros gastos, não é possível compreender diferenças de preços de 200% ou 300%. Um jogo para videogame, por exemplo, sai por volta de US$ 40 nos Estados Unidos (menos de R$ 70). No Brasil, o valor pula para R$ 180. Um brinquedo da marca Lego pode sair a US$ 75 na terra de Tio Sam (cerca de R$ 130), enquanto aqui alcança inacreditáveis R$ 600.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Vem abaixo o anel superior do Maracanã, incluindo cabines de rádio. Fifa!
As obras de reforma do Maracanã avançam. A Secretaria estadual de Obras, por intermédio da Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro (Emop), deu início à nova fase das intervenções. O anel superior, incluindo as cabines de rádio, começou a ser demolido. Cerca de 80% dos chamados “bigodes”, ou seja, as rampas de acesso ao estádio, também já foram ao chão, assim como todo o anel inferior.
O anel inferior foi demolido para que as arquibancadas sejam prolongadas até o nível do gramado, como exige a Fifa, com o objetivo de melhorar a visibilidade dos torcedores e eliminar os “pontos cegos”.
- O padrão de visibilidade exigido pela Fifa determina que todos os espectadores possam enxergar sobre a cabeça do torcedor sentado duas fileiras à frente, em uma linha reta – explica o secretário estadual de Obras, Hudson Braga.
As obras têm atraído uma multidão de turistas ao estádio. De acordo com a Superintendência dos Desportos do Estado do Rio de Janeiro (Suderj), o número de visitantes no período de janeiro a novembro deste ano chegou a cerca de 180 mil e já supera o total de visitas de 2009, quando 160 mil pessoas passaram por lá.
(Fonte: Mario Teixeira, do serviço de imprensa da Secretaria de Obras, com fotos de Fernanda Almeida)
Assinar:
Postagens (Atom)















