terça-feira, 26 de maio de 2009

Korea + 2 míssiles against Obama Asia & Peace

A Coreia do Norte lançou mais dois mísseis balísticos de curto alcance (130km) nesta terça-feira, 26 de maio de 2009, numa clara afronta às reações internacionais que, 24 horas antes, condenaram o teste nuclear de segunda-feira, quando a ditadura de Pyongyang detonou uma bomba atômica, enterrada a 10 km de profundidade, com potência equivalente ao artefato lançado sobre Hiroshima no fim da Guerra Mundial.

Os testes com os dois misseis ocorreram na Região Leste da Coreia, que lançou aviso para embarcações estrangeiras evitarem o mar perto da costa.

O presidente Barack Obama conversou com diversos líderes, notadamente o sul-coreano Lee Myung-bak e o primeiro ministro japonês Taro Aso. Na pauta, um meio de impedir que os testes nucleares continuem num dos últimos países comunistas do mundo.

Os misseis de curto alcance representam uma ameaça específica ao Japão e à Coreia do Sul. A China, embora parceira da vizinha Coreia comunista, condenou, tal como os demais integrantes do Conselho de Segurança da ONU, a experiência com a bomba atômica e três mísseis na segunda-feira.

Comentário raivoso

O que a Coreia está procurando com essa política tardia de proliferação de armas nucleares? Democratizar o Clube dos Dez Países Detentores de Bomba Atômica? Será que a Coreia usa as tensões internacionais para resolver questões internas? Ou será que o governo ditatorial de Pyongyang apenas procura sarna pra se coçar? Ao causar apreensão nos vizinhos sul-coreanos e japoneses, a Coreia do Alto pode estar querendo unificar ou unir corações apreensivos no plano interno. Se Pyongyang diz que o país sofre ameaças do Mundo, o povo se une e reeelege mais uma governo comunista que, quando não tem votos, muda o resultado, mata o adversário político, reeduca o eleitor-operário e manda Barack Obama à merda. O problema é saber até onde vai a tubulação dessa provocação. Se Obama resolve dar uma descarga... Casserrole!