quinta-feira, 17 de abril de 2014

Livro de 430 páginas sobre o Jornal do Brasil com 50% de desconto




Livro

Jornal do Brasil 
Memórias de um Secretário
 Pautas e Fontes

Promoção aqui e agora




Grato por seu interesse. O livro-almanaque  de 430 páginas e 560 gramas com fotos sai por 38 reais, nesse preço  já incluído  o custo  do Correio para envio como Impresso Registrado.  Sugiro que faça o depósito num valor minimamente diversificado para menor ou maior, tipo R$ R$ 38,14, ou R$ 37,39, isso para facilitar a identificação do pagamento.  Em seguida, manda o endereço para o envio do exemplar.
 Um grande abraço e a conta:
Caixa Econômica Federal
Titular: Alfredo Herkenhoff Neto
Agência: 1343
Conta Poupança: 013 01760633-0
Meu CPF: 376699157-49

 Manda pro meu e-mail 
alfredoherkenhoff@gmail.com

Sobre o livro, eis o que alguns profissionais disseram:

Evandro Teixeira, mestre da fotografia:
Meu amigo Alfredo, autor de um dos livros mais importantes do jornalismo Brasileiro; é um livro obrigatório para estudantes de jornalismo...

Luiz Salama, médico e fotógrafo:
Comprei, recebi, li e recomendo.






Fernando Rabelo, mestre da fotografia:
O livro é um tributo aos grandes repórteres e fotógrafos que passaram pelo Jornal do Brasil. Recomendo a aquisição como fonte de estudo e conhecimento.


Belisa Ribeiro, repórter:
"Eu comprei o livro do Alfredo e recomendo, tem histórias maravilhosas!"



Itala Maduell, professora:
Valéria, escrevo pra pedir que a biblioteca da PUC adquira exemplares de dois livros importantíssimos para os alunos do Departamento de Comunicação:
O livro-base de Introdução ao Jornalismo, "Jornalismo Diário", da Ana Estela de Sousa Pinto, Editora Folha; e
"Memórias de um secretário: pautas e fontes", de Alfredo Herkenhoff (Zit Editora), sobre o Jornal do Brasil

Nilo Dante, jornalista e editor:
Pautas & Fontes reflete a jornada de Alfredo Herkenhoff através do fascinante universo que foi, um dia, a redação do Jornal do Brasil.
O relato é caudaloso e emocionado. Não se isenta da nostalgia. Mas passa ao largo da amargura, embora o autor tenha sido testemunha e vítima do naufrágio a que foi conduzido o antigo colosso da imprensa brasileira.
Herkenhoff não se aprofunda nas águas da debacle empresarial. Nem se detém na insensatez das causas ou no estelionato dos efeitos, ambos por demais conhecidos. Seu facho de luz prefere a galáxia infinita de um grande jornal (ainda que em declínio) e seus habitantes siderais.
Manejando habilmente o estilo anotações-de-repórter, o autor produz uma viagem voluptuosa. Não se obriga à cronologia. Embriaga-se na emoção. Ao fim da travessia, ancora seu turbilhão pessoal em profunda (e merecida) reverência aos dois colegas de profissão que mais o impressionaram: José Gonçalves Fontes e Oldemário Touguinhó.



Leandro Mazzini, da Coluna Esplanada no  site da UOL
Livro do ex-secretário de redação Alfredo Herkenhoff tem sido a bíblia de jornalistas e ex-leitores. ‘Jornal do Brasil – Pautas e Fontes’ pode ser adquirido pelo email alfredoherkenhoff@gmail.com







Arthur Poerner, jornalista e escritor de blazer azul:
Muito bom o livro do Alfredo Herkenhoff: memórias pessoais do autor e da trajetória secular de um jornal que marcou a história da imprensa brasileira. É obra que deveria constar da bibliografia recomendada pelos nossos cursos de Jornalismo.


Mônica Leite Costa, escritora:


Teu livro é simplesmente maravilhoso! Uma conversa com o leitor. Como li e meus avós e pais e depois eu sempre fomos assinantes do JB, (e do Correio da Manhã), eu sinto a imensa lacuna que o jornal faz no meu dia a dia. A introdução do Dines é histórica. Obrigada, Alfredo, pela leitura deliciosa que tenho. Um beijo carinhoso. Desculpe escrever aqui, foi no arroubo! Pode retirar, não me importo.


Antônio Miranda, jornalista e editor:

Indispensável!


Tereza Cristina Levy, jornalista e escritora:

Lascas incríveis de pura Historia!


Fábio Lau, repórter e dono da Conexão Jornalismo:

 

O secular JB em livro. Obra imperdível.



Gisela Álvares. jornalista

 Esse livro é uma viagem no tempo!!!!!

http://www.youtube.com/watch?v=YCvDJS70sXUhttp://www.youtube.com/watch?v=YCvDJS70sXU



sábado, 12 de abril de 2014

Segredo do Trem da Célia Ferreira

sábado, 5 de abril de 2014

quarta-feira, 26 de março de 2014

Livro sobre o Jornal do Brasil - Promoção



Estou vendendo o meu peixe humildemente, isto é, aquele livro “Jornal do Brasil - Memórias de um Secretário – Pautas e Fontes”... E sobre ele eis o que algumas pessoas bacanas já disseram:

Fernando Rabelo, você, este mestre:

O livro é um tributo aos grandes repórteres e fotógrafos que passaram pelo Jornal do Brasil. Recomendo a aquisição como fonte de estudo e conhecimento.

Belisa Ribeiro no Facebook:
"Eu comprei o livro do Alfredo e recomendo, tem histórias maravilhosas!"

Itala Maduell:
Valéria, escrevo pra pedir que a biblioteca da PUC adquira exemplares de dois livros importantíssimos para os alunos do Departamento de Comunicação:
O livro-base de Introdução ao Jornalismo, "Jornalismo Diário", da Ana Estela de Sousa Pinto, Editora Folha; e
"Memórias de um secretário: pautas e fontes", de Alfredo Herkenhoff (Zit Editora), sobre o Jornal do Brasil

Nilo Dante:
Pautas & Fontes reflete a jornada de Alfredo Herkenhoff através do fascinante universo que foi, um dia, a redação do Jornal do Brasil.
O relato é caudaloso e emocionado. Não se isenta da nostalgia. Mas passa ao largo da amargura, embora o autor tenha sido testemunha e vítima do naufrágio a que foi conduzido o antigo colosso da imprensa brasileira.
Herkenhoff não se aprofunda nas águas da debacle empresarial. Nem se detém na insensatez das causas ou no estelionato dos efeitos, ambos por demais conhecidos. Seu facho de luz prefere a galáxia infinita de um grande jornal (ainda que em declínio) e seus habitantes siderais.
Manejando habilmente o estilo anotações-de-repórter, o autor produz uma viagem voluptuosa. Não se obriga à cronologia. Embriaga-se na emoção. Ao fim da travessia, ancora seu turbilhão pessoal em profunda (e merecida) reverência aos dois colegas de profissão que mais o impressionaram: José Gonçalves Fontes e Oldemário Touguinhó.

Arthur Poerner:
Muito bom o livro do Alfredo Herkenhoff: memórias pessoais do autor e da trajetória secular de um jornal que marcou a história da imprensa brasileira. É obra que deveria constar da bibliografia recomendada pelos nossos cursos de Jornalismo.

Mônica Leite Costa:
Teu livro é simplesmente maravilhoso! Uma conversa com o leitor. Como li e meus avós e pais e depois eu sempre fomos assinantes do JB, (e do Correio da Manhã), eu sinto a imensa lacuna que o jornal faz no meu dia a dia. A introdução do Dines é histórica. Obrigada, Alfredo, pela leitura deliciosa que tenho. Um beijo carinhoso. Desculpe escrever aqui, foi no arroubo! Pode retirar, não me importo.

Antônio Miranda:
Indispensável!

Tereza Cristina Levy:
Lascas incríveis de pura Historia!

Fábio Lau:
O secular JB em livro. Obra imperdível.

Evandro Teixeira na sua página no Facebook:
Meu amigo Alfredo, autor de um dos livros mais importantes do jornalismo Brasileiro; é um livro obrigatório para estudantes de jornalismo...
+++

Grato pelo seu interesse

Para comprar, deposite 35 reais e manda o endereço que o Correio entrega o exemplar de 430 páginas, com belas fotos, em mais ou menos uma semana. Na Livraria da Travessa e na da Vinci custava 70 reais, mas acho que não têm mais, e os meus poucos exemplares estou liquidando na condição de autor...

Costumo dizer brincando que a leitura deste livro vale mais do que um semestre em faculdade de Comunicação. Mas não é pra ler do começo ao fim das 430 páginas, é só pra folhear, matar saudades, se divertir, zangar e rir.O livro é apenas um almanaque crítico emocionado
Um forte abraço e os detalhes como endereço e depósito via mensagem, meu email:
Alfredoherkenhoff@gmail.com

  

quarta-feira, 19 de março de 2014

Summer Samba Calvin Harris & Quiteria Chagas

sexta-feira, 14 de março de 2014

quinta-feira, 6 de março de 2014

Rachel Boazinha

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

O fim de Maduro é o fim do chavizmo e do petropopulismo



 O fim de um modelo
 
Por Angel García Banchs |  El Universal
Segunda-feira 17 fevereiro de 2014 12:00


O que estamos vivendo nos dias de hoje não é a implosão de um governo , ou apenas o fim do chavizmo , mas o fim de um modelo político econômico criado em meados dos anos 70: o modelo que chamei de petropopulista.

Tal como previ, a sociedade civil está passando por cima da classe política. Estudantes na manifestação pacífica em 13 de fevereiro cantavam: Não sou Capriles, não sou Maduro , sou estudante e estou pensando em meu futuro.

A sociedade civil finalmente compreendeu (e falta ainda aglutinar clubes, sindicatos e a Igreja) a necessidade de passar por cima dos políticos para recuperar a liberdade e a República , e  assim acabar de vez com a insegurança, o desabastecimento, a inflação e as dificuldades que nos sufocam .

Lembrete, a Venezuela foi um exemplo de civilidade , modernidade e crescimento durante o período de 1925 a 1974, e  foi também em parte um exemplo na América Latina e um bom exemplo no mundo, democracia e república , mas desde os anos 70, quando o petróleo deixou de ser apenas uma mercadoria e se tornou um ativo financeiro, o seu preço se tornou volátil e crescente, e a indústria petrolífera foi nacionalizada , apareceu o populismo, que gradualmente foi minando as bases de nossas  instituições mais sólidas, gerando isso que vivemos hoje.


O que estamos vivendo é o fim de um modelo, o qual, exacerbado, nos levou apenas a uma autocracia, o presidencialismo e o voluntarismo. O modelo petropopulista não passa de um modelo de divisão rentista, um modelo conflitivo de máfias e controles que precisa dos pobres como base política e clientelista, um modelo que não ataca a pobreza, ao contrário, a reproduz, um modelo que só leva ao sofrimento.

Pessoalmente eu o defino assim: o petropopulismo é uma forma de política caracterizada por promover , manter e exacerbar a dependência do cidadão à renda externa do petróleo em substituição ao seu esforço produtivo, cidadão que não pode se desenvolver plenamente por causa do interesse político na manutenção do desemprego, subemprego e pobreza como base de clientelismo político . O rentismo, porém, acima de tudo, é esse petropopulismo que determina a relação entre o Estado e o cidadão , tornando este último dependente do primeiro, e não o contrário .

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Origem do Mundo

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Mensagem de Vinícius de Morais a Rubem Braga

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

I love you, Rio de Janeiro

sábado, 11 de janeiro de 2014

Youtrendsbr não morreu

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

A diva catalã e a diva carioca juntas cantando o mio babbino caro

Tradução da Velha ópera

Bidu Sayão tendo ao fundo Monserrat Caballé...

 Tradução moderna no Rio de Janeiro:

O mio babbino caro,
mi piace, è bello, bello.
Vo'andare in Porta Rossa
a comperar l'anello!

Sì, sì, ci voglio andare!
e se l'amassi indarno,
andrei sul Ponte Vecchio,
ma per buttarmi in Arno!

Mi struggo e mi tormento!
O Dio, vorrei morir!
Babbo, pietà, pietà!
Babbo, pietà, pietà!

Oh, paizinho querido
Eu amo ele, ele é um gato
Quero ir no Shopping comprar um anel
Eu vou na H Stern
comprar o anel
Sim, eu quero ir lá

E se meu amor não valesse nada
Eu preferia ir ao vão central da Ponte Rio Niterói
pra me jogar no mar da Baía de Guanabara

Estou angustiada, atormentada
Meu Deus, eu preferia morrer
Papai, tenha piedade, piedade
Papai, piedade, piedade!
Papai me empresta o carro

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Rio de Janeiro Amor Universal

domingo, 5 de janeiro de 2014

domingo, 29 de dezembro de 2013

sábado, 28 de dezembro de 2013

Rei Pelé, Pai Dondinho.e Dona Celeste

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Trânsito da Lagoa em Ipanema ao Humaitá num take único



Documentário do trânsito carioca com um rock anglo-saxônico, uma balada afro latina e um chorinho mágico! Três pérolas na manhã de 2 de dezembro de 2013, com tempo nublado e a árvore do Bradesco vista de relance mais parecendo uma cabana de índio no meio da Lagoa Rodrigo de Freitas.