sábado, 12 de abril de 2014
sábado, 5 de abril de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
Livro sobre o Jornal do Brasil - Promoção
Estou vendendo o meu peixe humildemente, isto é, aquele
livro “Jornal do Brasil - Memórias de um Secretário – Pautas e Fontes”... E
sobre ele eis o que algumas pessoas bacanas já disseram:
Fernando Rabelo, você, este mestre:
O livro é um tributo aos grandes repórteres e fotógrafos que passaram pelo Jornal do Brasil. Recomendo a aquisição como fonte de estudo e conhecimento.
Belisa Ribeiro no Facebook:
"Eu comprei o livro do Alfredo e recomendo, tem histórias maravilhosas!"
Itala Maduell:
Valéria, escrevo pra pedir que a biblioteca da PUC adquira exemplares de dois livros importantíssimos para os alunos do Departamento de Comunicação:
O livro-base de Introdução ao Jornalismo, "Jornalismo Diário", da Ana Estela de Sousa Pinto, Editora Folha; e
"Memórias de um secretário: pautas e fontes", de Alfredo Herkenhoff (Zit Editora), sobre o Jornal do Brasil
Nilo Dante:
Pautas & Fontes reflete a jornada de Alfredo Herkenhoff através do fascinante universo que foi, um dia, a redação do Jornal do Brasil.
O relato é caudaloso e emocionado. Não se isenta da nostalgia. Mas passa ao largo da amargura, embora o autor tenha sido testemunha e vítima do naufrágio a que foi conduzido o antigo colosso da imprensa brasileira.
Herkenhoff não se aprofunda nas águas da debacle empresarial. Nem se detém na insensatez das causas ou no estelionato dos efeitos, ambos por demais conhecidos. Seu facho de luz prefere a galáxia infinita de um grande jornal (ainda que em declínio) e seus habitantes siderais.
Manejando habilmente o estilo anotações-de-repórter, o autor produz uma viagem voluptuosa. Não se obriga à cronologia. Embriaga-se na emoção. Ao fim da travessia, ancora seu turbilhão pessoal em profunda (e merecida) reverência aos dois colegas de profissão que mais o impressionaram: José Gonçalves Fontes e Oldemário Touguinhó.
Arthur Poerner:
Muito bom o livro do Alfredo Herkenhoff: memórias pessoais do autor e da trajetória secular de um jornal que marcou a história da imprensa brasileira. É obra que deveria constar da bibliografia recomendada pelos nossos cursos de Jornalismo.
Mônica Leite Costa:
Teu livro é simplesmente maravilhoso! Uma conversa com o leitor. Como li e meus avós e pais e depois eu sempre fomos assinantes do JB, (e do Correio da Manhã), eu sinto a imensa lacuna que o jornal faz no meu dia a dia. A introdução do Dines é histórica. Obrigada, Alfredo, pela leitura deliciosa que tenho. Um beijo carinhoso. Desculpe escrever aqui, foi no arroubo! Pode retirar, não me importo.
Antônio Miranda:
Indispensável!
Tereza Cristina Levy:
Lascas incríveis de pura Historia!
Fábio Lau:
O secular JB em livro. Obra imperdível.
Fernando Rabelo, você, este mestre:
O livro é um tributo aos grandes repórteres e fotógrafos que passaram pelo Jornal do Brasil. Recomendo a aquisição como fonte de estudo e conhecimento.
Belisa Ribeiro no Facebook:
"Eu comprei o livro do Alfredo e recomendo, tem histórias maravilhosas!"
Itala Maduell:
Valéria, escrevo pra pedir que a biblioteca da PUC adquira exemplares de dois livros importantíssimos para os alunos do Departamento de Comunicação:
O livro-base de Introdução ao Jornalismo, "Jornalismo Diário", da Ana Estela de Sousa Pinto, Editora Folha; e
"Memórias de um secretário: pautas e fontes", de Alfredo Herkenhoff (Zit Editora), sobre o Jornal do Brasil
Nilo Dante:
Pautas & Fontes reflete a jornada de Alfredo Herkenhoff através do fascinante universo que foi, um dia, a redação do Jornal do Brasil.
O relato é caudaloso e emocionado. Não se isenta da nostalgia. Mas passa ao largo da amargura, embora o autor tenha sido testemunha e vítima do naufrágio a que foi conduzido o antigo colosso da imprensa brasileira.
Herkenhoff não se aprofunda nas águas da debacle empresarial. Nem se detém na insensatez das causas ou no estelionato dos efeitos, ambos por demais conhecidos. Seu facho de luz prefere a galáxia infinita de um grande jornal (ainda que em declínio) e seus habitantes siderais.
Manejando habilmente o estilo anotações-de-repórter, o autor produz uma viagem voluptuosa. Não se obriga à cronologia. Embriaga-se na emoção. Ao fim da travessia, ancora seu turbilhão pessoal em profunda (e merecida) reverência aos dois colegas de profissão que mais o impressionaram: José Gonçalves Fontes e Oldemário Touguinhó.
Arthur Poerner:
Muito bom o livro do Alfredo Herkenhoff: memórias pessoais do autor e da trajetória secular de um jornal que marcou a história da imprensa brasileira. É obra que deveria constar da bibliografia recomendada pelos nossos cursos de Jornalismo.
Mônica Leite Costa:
Teu livro é simplesmente maravilhoso! Uma conversa com o leitor. Como li e meus avós e pais e depois eu sempre fomos assinantes do JB, (e do Correio da Manhã), eu sinto a imensa lacuna que o jornal faz no meu dia a dia. A introdução do Dines é histórica. Obrigada, Alfredo, pela leitura deliciosa que tenho. Um beijo carinhoso. Desculpe escrever aqui, foi no arroubo! Pode retirar, não me importo.
Antônio Miranda:
Indispensável!
Tereza Cristina Levy:
Lascas incríveis de pura Historia!
Fábio Lau:
O secular JB em livro. Obra imperdível.
Evandro Teixeira na sua página no Facebook:
Meu amigo Alfredo, autor de um dos livros mais importantes do jornalismo Brasileiro; é um livro obrigatório para estudantes de jornalismo...
+++
Grato pelo seu interesse
Para comprar, deposite 35 reais e manda o endereço que o Correio entrega o exemplar de 430 páginas, com belas fotos, em mais ou menos uma semana. Na Livraria da Travessa e na da Vinci custava 70 reais, mas acho que não têm mais, e os meus poucos exemplares estou liquidando na condição de autor...
Costumo dizer brincando que a leitura deste livro vale mais do que um semestre em faculdade de Comunicação. Mas não é pra ler do começo ao fim das 430 páginas, é só pra folhear, matar saudades, se divertir, zangar e rir.O livro é apenas um almanaque crítico emocionado
Um forte abraço e os detalhes como endereço e depósito via mensagem, meu email:
Alfredoherkenhoff@gmail.com
Meu amigo Alfredo, autor de um dos livros mais importantes do jornalismo Brasileiro; é um livro obrigatório para estudantes de jornalismo...
+++
Grato pelo seu interesse
Para comprar, deposite 35 reais e manda o endereço que o Correio entrega o exemplar de 430 páginas, com belas fotos, em mais ou menos uma semana. Na Livraria da Travessa e na da Vinci custava 70 reais, mas acho que não têm mais, e os meus poucos exemplares estou liquidando na condição de autor...
Costumo dizer brincando que a leitura deste livro vale mais do que um semestre em faculdade de Comunicação. Mas não é pra ler do começo ao fim das 430 páginas, é só pra folhear, matar saudades, se divertir, zangar e rir.O livro é apenas um almanaque crítico emocionado
Um forte abraço e os detalhes como endereço e depósito via mensagem, meu email:
Alfredoherkenhoff@gmail.com
quarta-feira, 19 de março de 2014
sexta-feira, 14 de março de 2014
quinta-feira, 6 de março de 2014
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
O fim de Maduro é o fim do chavizmo e do petropopulismo
O fim de um modelo
Por Angel García
Banchs | El Universal
Segunda-feira 17 fevereiro de
2014 12:00
O que estamos vivendo nos dias
de hoje não é a implosão de um governo , ou apenas o fim do chavizmo , mas o
fim de um modelo político econômico criado em meados dos anos 70: o modelo que
chamei de petropopulista.
Tal como previ, a sociedade civil está passando por cima da classe política. Estudantes na manifestação pacífica em 13 de fevereiro cantavam: Não sou Capriles, não sou Maduro , sou estudante e estou pensando em meu futuro.
A sociedade civil finalmente compreendeu (e falta ainda aglutinar clubes, sindicatos e a Igreja) a necessidade de passar por cima dos políticos para recuperar a liberdade e a República , e assim acabar de vez com a insegurança, o desabastecimento, a inflação e as dificuldades que nos sufocam .
Lembrete, a Venezuela foi um exemplo de civilidade , modernidade e crescimento durante o período de 1925 a 1974, e foi também em parte um exemplo na América Latina e um bom exemplo no mundo, democracia e república , mas desde os anos 70, quando o petróleo deixou de ser apenas uma mercadoria e se tornou um ativo financeiro, o seu preço se tornou volátil e crescente, e a indústria petrolífera foi nacionalizada , apareceu o populismo, que gradualmente foi minando as bases de nossas instituições mais sólidas, gerando isso que vivemos hoje.
O que estamos vivendo é o fim de um modelo, o qual, exacerbado, nos levou apenas a uma autocracia, o presidencialismo e o voluntarismo. O modelo petropopulista não passa de um modelo de divisão rentista, um modelo conflitivo de máfias e controles que precisa dos pobres como base política e clientelista, um modelo que não ataca a pobreza, ao contrário, a reproduz, um modelo que só leva ao sofrimento.
Tal como previ, a sociedade civil está passando por cima da classe política. Estudantes na manifestação pacífica em 13 de fevereiro cantavam: Não sou Capriles, não sou Maduro , sou estudante e estou pensando em meu futuro.
A sociedade civil finalmente compreendeu (e falta ainda aglutinar clubes, sindicatos e a Igreja) a necessidade de passar por cima dos políticos para recuperar a liberdade e a República , e assim acabar de vez com a insegurança, o desabastecimento, a inflação e as dificuldades que nos sufocam .
Lembrete, a Venezuela foi um exemplo de civilidade , modernidade e crescimento durante o período de 1925 a 1974, e foi também em parte um exemplo na América Latina e um bom exemplo no mundo, democracia e república , mas desde os anos 70, quando o petróleo deixou de ser apenas uma mercadoria e se tornou um ativo financeiro, o seu preço se tornou volátil e crescente, e a indústria petrolífera foi nacionalizada , apareceu o populismo, que gradualmente foi minando as bases de nossas instituições mais sólidas, gerando isso que vivemos hoje.
O que estamos vivendo é o fim de um modelo, o qual, exacerbado, nos levou apenas a uma autocracia, o presidencialismo e o voluntarismo. O modelo petropopulista não passa de um modelo de divisão rentista, um modelo conflitivo de máfias e controles que precisa dos pobres como base política e clientelista, um modelo que não ataca a pobreza, ao contrário, a reproduz, um modelo que só leva ao sofrimento.
Pessoalmente eu o defino
assim: o petropopulismo é uma forma de política caracterizada por promover ,
manter e exacerbar a dependência do cidadão à renda externa do petróleo em substituição
ao seu esforço produtivo, cidadão que não pode se desenvolver plenamente por
causa do interesse político na manutenção do desemprego, subemprego e pobreza
como base de clientelismo político . O rentismo, porém, acima de tudo, é esse
petropopulismo que determina a relação entre o Estado e o cidadão , tornando este
último dependente do primeiro, e não o contrário .
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
sábado, 11 de janeiro de 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
A diva catalã e a diva carioca juntas cantando o mio babbino caro
Tradução da Velha ópera
Tradução moderna no Rio de Janeiro:
O mio babbino caro,
mi piace, è bello, bello.
Vo'andare in Porta Rossa
a comperar l'anello!
Sì, sì, ci voglio andare!
e se l'amassi indarno,
andrei sul Ponte Vecchio,
ma per buttarmi in Arno!
Mi struggo e mi tormento!
O Dio, vorrei morir!
Babbo, pietà, pietà!
Babbo, pietà, pietà!
Oh, paizinho querido
Eu amo ele, ele é um gato
Quero ir no Shopping comprar um anel
Eu vou na H Stern
comprar o anel
Sim, eu quero ir lá
E se meu amor não valesse nada
Eu preferia ir ao vão central da Ponte Rio Niterói
pra me jogar no mar da Baía de Guanabara
Estou angustiada, atormentada
Meu Deus, eu preferia morrer
Papai, tenha piedade, piedade
Papai, piedade, piedade!
Papai me empresta o carro
Bidu Sayão tendo ao fundo Monserrat Caballé...
Tradução moderna no Rio de Janeiro:
O mio babbino caro,
mi piace, è bello, bello.
Vo'andare in Porta Rossa
a comperar l'anello!
Sì, sì, ci voglio andare!
e se l'amassi indarno,
andrei sul Ponte Vecchio,
ma per buttarmi in Arno!
Mi struggo e mi tormento!
O Dio, vorrei morir!
Babbo, pietà, pietà!
Babbo, pietà, pietà!
Oh, paizinho querido
Eu amo ele, ele é um gato
Quero ir no Shopping comprar um anel
Eu vou na H Stern
comprar o anel
Sim, eu quero ir lá
E se meu amor não valesse nada
Eu preferia ir ao vão central da Ponte Rio Niterói
pra me jogar no mar da Baía de Guanabara
Estou angustiada, atormentada
Meu Deus, eu preferia morrer
Papai, tenha piedade, piedade
Papai, piedade, piedade!
Papai me empresta o carro
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
domingo, 29 de dezembro de 2013
sábado, 28 de dezembro de 2013
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Trânsito da Lagoa em Ipanema ao Humaitá num take único
Documentário do trânsito carioca com um rock anglo-saxônico, uma balada afro latina e um chorinho mágico! Três pérolas na manhã de 2 de dezembro de 2013, com tempo nublado e a árvore do Bradesco vista de relance mais parecendo uma cabana de índio no meio da Lagoa Rodrigo de Freitas.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
sábado, 23 de novembro de 2013
Zeca Pagodinho e Sérgio Sampaio: Policia, Bandido, Cachorro e Dentista.
Zeca Pagodinho vai participar de um disco tributo só com sambas do saudoso Sérgio Sampaio. Em principio, Pagodinho vai interpretar esta música:
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
terça-feira, 19 de novembro de 2013
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Supremo Momento
http://www.youtube.com/v/gzcjZM27l_g?version=3&autohide=1&autohide=1&autoplay=1&showinfo=1&attribution_tag=SM9Mss4ZMLMXZysQcAhyMw&feature=share
Supremo manda prender, e Joaquim e Gilmar não entenderam que estava mandando
Não fui provavelmente o primeiro a noticiar na internet a prisão dos mensaleiros, o fim de fato de Processo do Mensalão AP 470, mas eu poderia ter sido o primeiro a dizer o óbvio que nem Joaquim Barbosa estava compreendendo: ele estava ganhando a unanimidade desde o primeiro voto do juiz Luiz Roberto Barroso pela imediata expedição de ordem de cumprimento de pena, o fato consumado, o jargão deles de "transitado em julgado", do Roma Locuta Causa Finita, e ele, o JB, fez uma lambança emocional pouco depois das oito da noite, na mesma linha que ele faz, que ele vem fazendo, mas todos lá fazem, ele JB achava que estava perdendo quando ele era unanimidade, velharada é foda, JB estava fazendo história achando que a história estava sendo adiada, que o Supremo estava abdicando do direito de definir, de finalizar, de mandar prender, ele JB fazendo lambança na mesma linha do Gilmar Mendes por FH Nomeado esperneando contra detalhes técnicos sem compreender a unanimidade do sim, dos 11 dizendo: vamos sim prender os réus condenados. Esperei o fim da sessão, com certa dó dele, do JB, ele ganhando a unanimidade sem compreender que estava ganhando, ele achando que estava sendo vencido no essencial, que é ordem de prisão para todas as condenações não alcançadas pelos últimos recursos protelatórios. Esperei até 9h da noite, quando anunciei aqui nesta ferramenta antes da sessão do colegiado em Brasília acabar: URGENTE: O SUPREMO MANDOU TODO MUNDO COMEÇAR A CUMPRIR AS PENAS.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
URGENTE: O SUPREMO ORDENA PRISÃO DOS CONDENADOS DO MENSALÃO
QUINTA-FEIRA, 13 DE NOVEMBRO DE 2013: 9H DA NOITE:
- URGENTE: O SUPREMO ACABA DE DECIDIR, POR UNANIMIDADE, A EXPEDIÇÃO DE ORDEM DE PRISÃO DE TODOS OS CONDENADOS A PENAS DE RECLUSÃO DE LIBERDADE, COM EXCEÇÃO DO DEPUTADO JOÃO PAULO CUNHA.Sessão foi confusa, tudo se esclarecendo no fim: Barbosa foi voto vencido apenas no detalhe dos embargos infringentes cujos pedidos de admissibilidade ainda não foram apreciados pelo colegiado do Supremo. Apenas as condenações sobre as quais há infringentes protocolados uma sentença ainda não é caso considerado encerrado, ou seja, no jargão deles, ainda não é transitado em julgado.Barbosa no fim estava meio perdido, falando em chicana, agressivo, sem compreender que havia unanimidade principal no seu voto de mandar prender os reus condenados nos crimes sobre os quais não cabem mais recursos.´A maioria vai pra prisão nas próximas horas. Sexta-feira é feriado nacional e não se prende. OU vai preso amanhã ou só na segunda-feira...
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Tomás no Camarote
http://www.youtube.com/v/8HyIzTvnz9k?version=3&autohide=1&showinfo=1&autohide=1&autoplay=1&feature=share&attribution_tag=fXKoV_QKrKVYbRxmjRFHrA
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Heitor Pereira, poeta, artista, filho do Geraldo Pereira Nota 10
http://www.youtube.com/v/GWPufUvNuBY?version=3&autohide=1&autoplay=1&attribution_tag=iOnLBEYvK0kDceajt_s1-w&autohide=1&showinfo=1&feature=share
sábado, 2 de novembro de 2013
Expulso do Inferno
http://www.youtube.com/v/_6nnL1qKR-k?version=3&autohide=1&autohide=1&attribution_tag=MVYrK4AsvgD-jgWDtbhx7g&showinfo=1&autoplay=1&feature=share
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Missa de 7º dia do jornalista Maurício Azêdo, presidente da Associação B...
http://www.youtube.com/v/u-6EbJB3N1Q?autohide=1&version=3&feature=share&attribution_tag=OokNdJo3__ApXBL63lQnLw&autohide=1&showinfo=1&autoplay=1
Entre muitos outros, quase duas centenas, velinhos, muitos velhinhos, estavam lá o velho vascaíno carioca Sérgio Cabral, o velho ministro amazonense Bernardo Cabral irmão de um brasileiro assassinado, a velha filha única do velho patrono divorceiro Nelson Carneiro, a velha bela cachaceira que diz besteira ao se dizer patrona do Aterro do Meu Mengão e, sem eira nem beira, entre muitos outros, estavam lá que nem eu o flamenguista Ancelmo Gois e a querida que não sei pra quem torce , mas que desde a adolescência é a sempre elegante e a linda perua jornalista Yacy Nunes dos melhores perfumes, sim, estavam lá todos eles, todos nós estávamos lá, e nunca deixaremos de estar lá, ou aqui, este lugar onde mora o respeito, onde, a admiração, onde, o trabalho, onde a saudade...
Entre muitos outros, quase duas centenas, velinhos, muitos velhinhos, estavam lá o velho vascaíno carioca Sérgio Cabral, o velho ministro amazonense Bernardo Cabral irmão de um brasileiro assassinado, a velha filha única do velho patrono divorceiro Nelson Carneiro, a velha bela cachaceira que diz besteira ao se dizer patrona do Aterro do Meu Mengão e, sem eira nem beira, entre muitos outros, estavam lá que nem eu o flamenguista Ancelmo Gois e a querida que não sei pra quem torce , mas que desde a adolescência é a sempre elegante e a linda perua jornalista Yacy Nunes dos melhores perfumes, sim, estavam lá todos eles, todos nós estávamos lá, e nunca deixaremos de estar lá, ou aqui, este lugar onde mora o respeito, onde, a admiração, onde, o trabalho, onde a saudade...
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
A surfista modelo Bianca Alves e a música Coca-Cola chegou
http://www.youtube.com/v/DJoh-P1PGGs?version=3&autohide=1&showinfo=1&autohide=1&autoplay=1&feature=share&attribution_tag=L1y7LCZF2_lttYtugTyokw
sábado, 26 de outubro de 2013
sábado, 19 de outubro de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)